Até Cruz del Condor com o corpo congelado até aos ossos

Não consegui dormir. O vento frio começava-me a incomodar e a trepidação, de quando em vez, fazia com que as malas que estavam nas prateleiras de cima caíssem em cima da cabeça dos peruanos. Curiosamente, só as malas dos turistas é que caíam.

Arequipa vista ao detalhe

Imainalacatchanke. É assim que se cumprimentam as pessoas em Quechua, dialecto utilizado nas montanhas pelos fabulosos representantes da comunidade Inca outrora devastada em nome de … Ler mais

De Lima a Pisco, via capitalismo

Depois de ter enviado a última crónica parti em busca de um local para almoçar. Indeciso, encontrei um pequeno restaurante com uns tantos peruanos lá … Ler mais

Desde Lima, a caminho

Cheguei à cidade prometida e já eram quase 18h (hora local). Apresentei o meu passaporte e preenchi os respectivos formulários. A menina mulata, que estava … Ler mais

A viagem até à chegada

A chegada foi um pouco atribulada mas, antes disso, já muita coisa tinha acontecido. Despachei a minha bagagem no Francisco Sá Carneiro, no Porto, para … Ler mais