Além dos medicamentos que, eventualmente, façam parte da nossa “dieta obrigatória” e de outros receitados ou recomendados na Consulta do Viajante (ex: anti-maláricos), pode ser boa idéia considerar levar um pequeno estojo médico básico de viagem com alguns dos seguintes itens:
- Analgésico e antipirético simples, com Paracetamol, para dores, febres, constipações e gripes. Por exemplo, Ben-u-ron.
- Antidiarreicos e normalizadores da flora intestinal. Por exemplo, Ultra Levur ou Imodium (mais forte).
- Anti-histamínicos e anti-alérgicos, para as alergias, rinites, pós e ácaros. Por exemplo, Aerius.
- Descongestionante nasal, clorídrico para os olhos e gotas para os ouvidos.
- Pomada analgésica e anti-inflamatória para dores musculares e entorses. Por exemplo, Voltaren.
- Pomada desinfectante e cicatrizante, para curar pequenos cortes.
- Pensos rápidos, fita adesiva, ligaduras e compressas esterilizadas.
- Seringas e agulhas esterilizadas e descartáveis.
- Preservativos.
A composição da “farmácia portátil” vai depender muito do destino, da duração da viagem, da vulnerabilidade médica e, antes de tudo, do bom senso de cada um.
Em todo o caso, se não se vai viajar para zonas realmente isoladas, será sempre relativamente fácil arranjar tratamento e medicação para as maleitas mais comuns. Lá haverá pessoas que também ficam doentes.
Depois de ter sido assaltado na Costa Rica, viajei durante mais 6 meses pela América Central, América do Sul, Ásia e África sem nenhuma “farmácia portátil” e, nas raras vezes que precisei de algum medicamento, não tive dificuldade em encontrar.
Por André Parente
O André é o fundador do Tempo de Viajar e já leva alguma experiência de viagens, incluindo uma volta ao mundo de 8 meses.

