-
Ano zero
Desejo a todos um Bom Ano de 2008. Para mim, também desejo um bom ano. Mas tenho plena consciência que 2007 vai ser difícil de bater.
ver mais
-
Desmame
“Sobe pro Marrocos” – diz-me no Messenger o Paulinho, um brasileiro que conheci no Peru. “Estão grandes ondulações no Atlântico Norte e assim já fica pertinho de casa”.
ver mais
-
Periodo de espera
Chego cedo, com tempo suficiente para dar uma volta pela vila e estudar a zona. Duas. Três. Até identificar o sítio exacto de todos os picos da “onda mais famosa do mundo” (Magna Tubes, Boneyards, Supertubes, Salad Bowls, Tubes, The Point, Albatross) e escolher um ponto estratégico para ficar a dormir.
ver mais
-
Dar tempo ao tempo
Eu fui cuidadoso, diabos! Mas, ainda assim, quando me preparava para pedir o meu almoço, uma senhora entrou na loja a avisar que estavam a assaltar um carro. “É o meu, claro!”.
ver mais
-
Zulu time
Esta é a pior época de surf na África do Sul, particularmente em Jefrreys Bay, a tal vilazinha marcada no meu mapa. Para lá chegar, tenho que dar meia volta ao mundo para um lado e mais meia para baixo, passando duas noites num avião e um dia inteiro no frio de Londres.
ver mais
-
Sorrisos de graça
Ao contrário dos seus vizinhos Vietnam e Cambodja, o povo tailandês não tem um passado recente de guerras e opressões. Talvez por isso, a Tailândia seja um país mais feliz.
ver mais
-
Na rota do turismo
Cometo o erro de reservar um quarto através de uma agência de viagens, acreditando nos comentários de guias de viagens famosos. Azar! Não só fico sem o dinheiro do depósito como acabo por ter que me hospedar num hotel quatro vezes mais caro.
ver mais
-
Sim, Sr Ministro
No lugar ao lado do meu, já está sentado um homem pouco mais velho que eu, bem vestido, de calças de fato e camisa clara lavada e passada, e uma pasta de documentos estilo profissional. Negócios em Siem Reap? – pergunto-me.
ver mais
-
Caminho dos heróis
À chegada a Saigão, a chefe de carruagem faz-me novamente sinal e acompanha-me à porta de saída, onde estão os fiscais a controlar os bilhetes. Arregalo-lhe os olhos como quem diz “ai caraças!” mas ela faz-me sinal para avançar.
ver mais
-
Saudade
É o meu último dia em G-land. É a última surfada do dia e, quase de certeza, a última surfada na Indonésia, que será também a última antes do jejum de trinta e muitos que se aproxima, enquanto viajo pelo sudoeste asiático.
ver mais
-
100 metros barreira
O pior cenário é ter que ficar em Jakarta até as comunicações funcionarem ou até Lisboa dar outra solução. Um sexto sentido disse-me para vir preparado para o pior e trouxe comigo “a” mochila, isto é, tudo o que é indispensável e não abandonável.
ver mais
-
Ilha dos deuses
Viro a cabeça e sorrio. Ela cola a sua testa à minha e ri-se. Eu não aprendi quase nada de Bahasa e ela ainda não fala inglês, por isso a nossa comunicação baseia-se apenas em gestos e caretas.
ver mais

