Os monges não podem tocar em mulheres, por isso prestei sempre atenção por onde andava o que resultou em situações caricatas de andar a dançar à volta de um monge ou outro. Uma das vezes pisei a mão de uma senhora. Ao menos não era um monge, certo?
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O regresso, enfim, o regresso
Devido a uma série de incidentes pessoais a minha aventura tailandesa vai ser encerrada muito brevemente. Estou, neste momento, a encerrar um dos melhores processos da minha vida, com esperança de poder regressar mais tarde.

Mensagem rápida da cidade das luzes
New York é exactamente como nos filmes. New York não tem nada a ver com os filmes. E essa não é a minha primeira impressão. A minha primeira impressão foi a luz estranha, ou a falta dela em algumas partes da cidade.

O sorriso americano é verdadeiro
Não vou estar com rodeios, estou rendida aos Estados Unidos. Adoro os espaços abertos, os jardins, os parques, os esquilos, os museus grátis, os livros, os concertos, a comida, as ruas limpas, a quantidade absurda de árvores, etc.

4 de Julho nos Estados Unidos
O 4 de Julho é uma daquelas celebrações que vi nos filmes americanos durante anos, estava muito curiosa para ver se as coisas se passavam mesmo assim. E para minha surpresa, sim, as coisas foram como nos filmes… mas ainda melhor.

Cinzento, é como quem diz, cheio de cor
Tenho um nítido fraco pela Europa do Norte e pela Europa de Leste. Dito desta maneira até parece que tenho um fraco pela Europa toda menos a do Sul, o que seria incorrecto.

O regresso à civilização ocidental
Devido à burocracia europeia e à minha visita aos Estados Unidos a minha aventura Tailandesa está de molho, por assim dizer. Se não acontecer nada em contrário, regresso à Tailândia pouco depois do meu regresso dos Estados Unidos.

O Estado, ainda e sempre
Enquanto digeria esta informação e o meu cérebro disputava ainda a lógica dos argumentos recebi emails e telefonemas de Bruxelas, aparentemente ainda estava registada na Bélgica e como tal tinha de pagar impostos.

Uma ONG para ti, outra para mim
Há muitos mais sorrisos, gargalhadas e bem-estar. Há pouco inglês para comunicar mas muitos abraços, beijos, palmadas no rabo. Ninguém deveria trabalhar numa ONG que não oferece palmadas no rabo.

A ironia da hora tailândesa
É engraçado como viver noutro país nos torna mais humildes, seja por que não percebemos o que se está a passar ou – na maioria dos casos – por que parecemos estúpidos quando um local nos tenta explicar algo muito básico da sua cultura.




